2 – Melhorias sugeridas no projeto dos circuitos de Segurança e Atuação dos propulsores do primeiro estágio do VLS-1 V03.

2.1 INTRODUÇÃO

A maioria  das proteções apresentadas no desenvolvimento desta Análise Técnica foram sugeridas para prevenir a iniciação não intencional dos detonadores ocasionada pela passagem de descarga eletrostática (ESD) através do explosivo primário do “primer”.

A proteção da antena em “loop” contra a indução de corrente que pode aquecer o resistor de 1 Ω da ponte resistiva e iniciar o explosivo primário do “primer” também foi contemplada.

No entanto, a indução de interferência eletromagnética (EMI) gerada no “loop” de terra encontra-se descrita e analisada na página da Internet cuja URL segue abaixo:

https://dallapiazza.wordpress.com/2013/10/01/analise-tecnica-do-relatorio-da-investigacao-do-acidente-ocorrido-com-o-vls-1-v03-em-22-de-agosto-de-2003-em-alcantara-maranhao/

2.2CORREÇÕES DOS ERROS EXISTENTES NAS FIGURAS 79 E 88 APRESENTADAS EM (COMAER, 2004)

2.2.1 – Seguem abaixo as figuras 79 e 88 apresentadas em (COMAER, 2004) com a correção dos erros existentes nas mesmas:

Figura 79 - Sistema eletrico de ignicao dos propulsores do primeiro estagio.Figura 79 apresentada em COMAER 2004 com a correcao do detonador CA para CC

Fonte: Figura 79 apresentada em (COMAER, 2004) com a correção da designação do detonador CA para CC

Figura 88 Representacao simplificada da linha de fogo com a caixa de reles na condicao de SEGURANCA

Figura 88 com a correcao dos resistores de 100 k

Fonte: Figura 88 apresentada em (COMAER, 2004) com a correção do valor do resistor de 100 kΩ para 12,5 kΩ

2.2.2 – Seguem abaixo as figuras 79 e 88 apresentadas em (COMAER, 2004) e aquelas adaptadas de acordo com o circuito e os Dispositivos Elétricos de Segurança mostrados na figura 20.2 apresentada em (MANHA, 2009) e as falhas técnicas restantes:

Figura 79 - Sistema eletrico de ignicao dos propulsores do primeiro estagio.Figura 79 - Sistema eletrico de ignicao dos propulsores do primeiro estagio adaptada com o aterramento verde que faltou e os erros cometidos indicados em vermelho com os resistores de 100K conforme (MANHA, 2009)

   Fonte: Figura 79 de (COMAER, 2004) e sua adaptação à figura 20.2 de (MANHA, 2009)

Figura 88 Representacao simplificada da linha de fogo com a caixa de reles na condicao de SEGURANCA

Figura 88 - Representacao simplificada da linha de fogo com a caixa de reles na condicao de SEGURANCA adaptado conforme a figura 20.2 de MANHA 2009 sem ignicao

    Fonte: Figura 88 de (COMAER, 2004) e sua adaptação à figura 20.2 de (MANHA, 2009)

Comparação entre as figuras 79 e 88 originais de (COMAER, 2004) e as figuras 79 e 88 adaptadas utilizando os relés S1 e S2 como barreiras elétricas e os dois resistores de 100 kΩ situados na antena em loop dos fios do detonador, apresentados na figura 20.2 de (MANHA, 2009).

Porém, o sub-item 5.10.4 do MIL-HDBK-1512 nos orienta a não retirarmos os resistores de 100 kΩ existentes na linha de fogoquando esta estiver na condição de SEGURANÇA da condição ARMADO, quando ocorrer a ligação da linha de fogocom a fonte de disparo, medida esta que está de acordo com o conceito preconizado na figura 20.2 de (MANHA, 2009) de introduzir um resistor de 100 kΩ entre cada fio dos detonadores e o aterramento do Veículo para evitar iniciação não intencional decorrente de indução eletromagnética:

5.10.4 Electrostatic protection and isolation. In the safe condition, no electrical continuity shall exist between the firing source either on its plus or common return lines and the firing output connector (A/D) or electrical initiators (S&A). In addition, in the safe condition, the output firing lines to the electroexplosive device(s) shall be shorted and the shorted through a 10,000- to 500,000- ohm resistor. In the armed condition, the electroexplosive  device(s) firing circuit shall be completed and the shorted removed; the resistor shall not be removed. (DOD, 1997)

Portanto, a figura 88 com as modificações sugeridas por (MANHA, 2009) e o sub-item 5.10.4 do MIL-HDBK-1512, que foram os dois resistores de 100 kΩ na antena em loop formada pela ponte resistiva de 1 Ω e os fios do detonador, a retirada do curto-circuito entre os fios da linha de fogonas interfaces e a permanência dos resistores de 100 kΩ entre os fios da linha de fogoe os aterramentos existentes nas interfaces resulta numa figura 88 mais segura evitando-se os efeitos perigosos gerados nos detonadores pela(s) a(s):

– acumulação de eletricidade estática nos fios da linha de fogo”;

– descargas eletrostáticas nos fios da linha de fogoe

– indução de corrente nas antenas em loopdos fios da linha de fogo ligados aos pinos dos detonadores.

Assim sendo, segue abaixo um exemplo de circuito de segurança e atuação mais seguro que aquele mostrado na figura 88 de (COMAER, 2004):

Figura 88 Adaptada conforme Manha 2009 e Patel 2005 com barreiras eletricas e protecoes redundantes

Fonte: Figura 88 adaptada das figuras 88 de (COMAER, 2004) e 20.2 de (MANHA, 2009), seguindo a orientação existente no sub-item 5.10.4 do MIL-HDBK-1512 para manter os resistores de 100 kΩ que aterram os fios da linha de fogona condição de SEGURANÇA aterrando os fios da linha de fogona condição ARMADO.

De acordo com a orientação existente no sub-item “3.3.2 Case #2: The Grounds for Lightning Protection” (JOFFE e LOCK, 2010), p. 149 a 153, os dois fios torcidos que interligam o quadro de distribuição de linhas umbilicais da casamata e o quadro de distribuição de linhas umbilicais da sala de interface não podem ser blindados para não ocorrer a ruptura do material dielétrico de isolação dos mesmos, devido à diferença de potencial que é gerada entre os fios e a blindagem quando uma descarga elétrica atmosférica atinge o para-raio da plataforma de lançamento.

2.3 – Nenhuma das técnicas de proteção dos detonadores, apresentadas no desenvolvimento deste trabalho, dispensam a utilização das seguintes proteções dos fios da “linha de fogo” ou circuito de segurança e atuação, consideradas básicas e comuns a todas as normas existentes sobre este assunto:

  1. A malha de blindagem eletromagnética e eletrostática dos fios do circuito de segurança e atuação dos detonadores. Porém, os dois fios torcidos existentes entre a casamata e a Sala de Interface devem ser blindados se e somente se os aterramentos da casamata e do Veículo forem equipotenciais (JOFFE e LOCK, 2010);
  2. Todos os fios devem ser obrigatoriamente torcidos;
  3. Um resistor de no mínimo 10 kΩ deve ser inserido entre cada par de fios curto-circuitados dos 8 detonadores e o aterramento da carcaça do Veículo (USAF, 1997) e
  4. O aterramento dos dezesseis resistores de 100 kΩ na estrutura do Veículo.

2.4 ATENÇÃO: CUIDADO COM A FALHA CONCEITUAL EXISTENTE NAS NORMAS E PUBLICAÇÕES QUE SEGUEM A MIL-STD-1576, A QUAL EXIGE O CURTO-CIRCUITO DOS FIOS DOS DETONADORES SEM A ADIÇÃO DOS DOIS RESISTORES DE 100 KΩ NA ANTENA EM “LOOP” FORMADA PELOS FIOS CURTO-CIRCUITADOS DOS DETONADORES

Existe uma contradição entre as normas que determinam o curto-circuito dos fios dos detonadores e:

– a figura 1 apresentada na norma MIL-STD-1576 p. 9;

– a figura 12.4 mostrada em (PATEL, 2005) p. 325 e

– a figura 20.2 apresentada  (MANHA, 2009) p. 672,

nas quais são mostrados dois resistores de 100 kΩ adicionados às antenas em loop formadas pelos fios dos detonadores, a fim de atenuar a corrente induzida nas mesmas por RF, campos eletromagnéticos pulsados, transientes eletromagnéticos gerados na rede elétrica e correntes induzidas no loop de terra.

Sem esta proteção adicional dos dois resistores de 100 kΩ, a temperatura da ponte resistiva de 1Ω pode atingir valores que iniciam o explosivo do primer, principalmente quando os fios não possuírem blindagem como foi o caso do VLS-1 V03, pois a blindagem dos pares de fios dos detonadores é considerada a primeira barreira de defesa contra a ação de campos eletromagnéticos de qualquer tipo.

Se os resistores não forem inseridos entre os pares de fios curto-circuitados dos detonadores e o aterramento do Veículo, estes fios permanecerão eletricamente flutuantes numa condição insegura como aquela ocorrida no dia do acidente, tornando-se por si mesmos um risco para os detonadores devido à eletricidade estática que irá se acumular nos fios e na alta capacitância intrínseca dos detonadores.

2.5 – União dos dois aterramentos, transformando-os em um aterramento equipotencial.

A união dos aterramentos deve ser realizada levando-se em conta as seguintes informações (BREWER, 2007):

“Since the earth potential results principally in a common-mode coupling problem, improving the grounding at each remotely located subsystem makes the coupling problem worse. In cases where the interconnecting cabling is not installed in metallic conduit, the coupled voltage flows on the cable shield and is limited only by the common-mode rejection of the line drivers and receivers, and they will not survive the strike.”

Portanto, se for feita a opção pela união dos dois aterramentos, o cabo de união dos mesmos deve ser instalado dentro de um conduíte metálico.

2.6 – Instalação de um Dispositivo Mecânico de Segurança (DMS) entre o alojador dos detonadores e o ignitor do propulsor, a fim de prevenir um acidente catastrófico em caso de iniciação por inadvertência ou intempestiva de pelo menos um dos detonadores;

2.7 – Utilização de detonadores que possuam a proteção de um centelhador, denominado “spark gap”, projetado para funcionar no interior ou no exterior da carcaça do detonador em conjunto com um isolamento elétrico adequado da cavidade que abriga os pinos, o fio resistivo de 1 Ω e o explosivo primário do “primer”, pois o “spark gap” oferece um caminho preferencial de menor resistência para a descarga eletrostática e seu funcionamento é bidirecional, ou seja, as descargas eletrostáticas teriam sido desviadas do explosivo do “primer” através do “spark gap” nas seguintes hipóteses:

2.7.1 – 1ª Hipótese

A descarga eletrostática incidente ou induzida nos fios dos pinos do detonador que iniciou o propulsor A teria sido desviada para o aterramento do veículo e

2.7.2 – 2ª Hipótese

A(s) descarga(s) eletrostática(s) incidente(s) na coifa principal ou na carcaça do Veículo teria(m) sido desviada(s) para o aterramento dos pinos do detonador localizado na casamata através do resistor de 6,25 kΩ resultante da associação dos 16 resistores de 100 kΩ em paralelo, conforme mostrado na figura 79 apresentada em (COMAER, 2004).

2.8 – Outros dispositivos de proteção de surto bidirecionais com os parâmetros corretamente especificados e seus respectivos circuitos adequadamente projetados e instalados, também teriam evitado o acidente, como por exemplo as lâmpadas de Neon NE-2, A1C e NE-83.

Porém, a carcaça de cerâmica de um Dispositivo de Proteção de Surto do tipo centelhador é muito mais robusta do que os bulbos de vidro das lâmpadas de Neon (STANDLER, 1989).

2.9 – Podemos citar também os varistores (CAPELLI, 2010) e as velas de ignição utilizadas em situações críticas e emergenciais (CAPELLI, 2011). As tabelas comparativas existentes nas bibliografias sobre este assunto mostram as características específicas de cada tipo de DPS, com suas respectivas vantagens e desvantagens.

2.10 – Pelo fato de ter sido colocada uma capa de plástico envolvendo a coifa principal, insuflada constantemente por ar seco e frio, que gerava eletricidade estática na capa de plástico de forma contínua enquanto a mesma era insuflada, o valor da voltagem de uma descarga de eletricidade estática desta fonte contínua sobre a coifa principal e/ou carcaça do veículo é desconhecida e muito maior e mais perigosa do que uma única descarga de eletricidade estática acumulada no corpo humano que é considerada como uma das causas de iniciação de propelentes e detonadores.

Certamente, se a cavidade do explosivo do “primer” estivesse muito bem isolada eletricamente da carcaça do detonador, no caso de uma fonte contínua de eletricidade estática poderia ter ocorrido uma sequência de descargas sucessivas até a iniciação do “primer”, decorrente de um fenômeno como, por exemplo, a ruptura do isolamento do dielétrico que protege a cavidade do explosivo do “primer” com consequente geração de centelha ou aquecimento progressivo do explosivo do “primer”, decorrente do efeito joule gerado pelo campo eletromagnético pulsado que gera uma corrente pulsada que flui através do mesmo, pelo fato dele fazer parte do dielétrico existente entre os pinos e a carcaça do detonador.

2.11 – Para melhor entendimento deste assunto, segue abaixo a transcrição do texto do item sobre proteção eletrostática de iniciadores eletro-pirotécnicos, apresentado em (MOSES, 1967):

“ELECTROSTATIC PROTECTION”

“Because of a previous lethal accident caused by static electricity, Goddard Douglas was acutely aware of this potential hazard. It was decided to take extra precautions in making this squib safe from electrostatic discharges (ESD). A review of ESD protection devices indicated that a preferential air gap between the electrical lead-in pins of the squib and the metal case appeared to offer the best protection available. This allows an electrostatic spark to Jump across a small air gap without passing through the explosive primer material around the bridgevire. In the production squib, this air gap was controlled to break down between 1000 and 3500 volts dc. A preferential air gap is protection only if it can be determined that it is preferential. That is, the primer material around the bridgewire must be insulated so that breakdown does not occur through this material. It is possible to completely insulate this explosive against any voltage likely to be encountered. However, to function properly the flame from this primer must initiate the next component in the pyrotechnic delay train. This requires an opening in the primer cavity for the flame to pass through and this, in turn, limits the amount of insulation that is practical. Again, the concept of “factor of safety” was used in determining the relationship between the preferential gap and the insulation of the primer cavity. With development squibs, breakdown of the primer cavity did not occur at 10,000 vdc providing a factor of safety of at least 3:1 over the maximum breakdown of the preferential gap. Production squibs of the same design were subjected to 25 discharges from a 500 picofarad capacitor charged to 25,000 volts between the pins and case. Following this test, they functioned in a normal manner.” (MOSES, 1967)

2.12 – Utilização de uma lâmpada de Neon A1C ligada em cada fio dos pinos do detonador, aterradas por meio de um resistor de 10 Ω e 1/4 W (PIERSON, 1969). Esta solução contempla apenas os detonadores dos propulsores A, B, C e D, para a hipótese da descarga eletrostática incidir ou ser induzida no fio de um dos pinos do detonador. Segue abaixo a figura 88 com a adição desta melhoria, que teria evitado o acidente ocorrido com o VLS-1 V03 para a hipótese de iniciação acima citada.

Fonte: Adaptado de (COMAER, 2004)

Figura 88 com a proteção de duas lâmpadas de Neon A1C e um resistor de 10 Ω 0,25 W.

Fonte: Adaptado de (COMAER, 2004)

A1C Neon lamp datasheet (SPC TECHNOLOGY, 2000).

A figura 88 acima corrigida e adaptada à norma MIL-HDBK-1512 (USAF, 1997) segue abaixo:

Figura 88 - Modificada e adaptada a norma MIL-HDBK-1512

Figura da “linha de fogo” adaptada a partir da figura 88 de (COMAER, 2004) considerada na condição de SEGURANÇA, decorrente da adição de um resistor de 100 kΩ entre o curto-circuito dos fios do detonador e o aterramento  do Veículo bem como o aterramento dos dois resistores de 100 kΩ  conectados à “linha de fogo” proveniente da casamata, mas sem as proteções da blindagem e dos dois resistores de 100 kΩ preconizados por (MANHA, 2009) na antena em “loop” formada pelos fios do detonador, contra indução eletromagnética. Portanto, a condição real da figura acima não é de SEGURANÇA.

2.13 – Substituição de todos os fios paralelos sem blindagem eletromagnética por fios torcidos com blindagem, situados entre a caixa de relés e o quadro distribuidor de linhas umbilicais existente na sala de interface. As extremidades dessas blindagens devem ser acopladas às suas respectivas caixas metálicas por meio de conectores que garantam blindagem eletromagnética de 360 graus e as caixas aterradas no aterramento do Veículo.

2.14 – Diminuição da resistência dos aterramentos de 2,8 Ω para 0,5 Ω conforme descrito em (JOFFE e LOCK, 2010), p. 971 e 398.

2.15 – Adição de proteções redundantes e independentes, na caixa de relés da torre de umbilicais e nos detonadores;

2.16 – Adição de um relé que permita curto-circuitar a extremidade da linha de fogo situada na casamata na condição de Segurança e ligar a linha de fogo ao painel de controle na condição Armado no instante do acionamento dos detonadores;

2.17 – Introdução de um resistor de 100 kΩ, entre a linha de fogo curto-circuitada na casamata pelo relé acima citado e seu respectivo aterramento;

2.18 – Introdução de um resistor de 100 kΩ, entre o polo negativo da fonte do painel de controle e o aterramento;

2.19 – Aterramento da união dos 16 resistores de 100 kΩ, situados dentro da caixa de relés da torre de umbilicais, com o objetivo de permitir que estes resistores dissipem a eletricidade estática gerada na linha de fogo principalmente pelos Campos Elétricos Verticais interno ou externo à Torre Móvel de Integração, vento e poeira. Se não ocorrer essa dissipação de eletricidade estática para o aterramento da plataforma, que é o mesmo do Veículo, ocorrerá a acumulação dessa eletricidade estática na linha de fogo e poderá ocorrer novamente uma descarga de eletricidade estática entre os pinos e a carcaça de um dos detonadores.

2.20 – Na figura 88 acima, podemos observar que os 16 resistores de 100 kΩ, citados no item anterior, foram substituídos por dois resistores de 100 kΩ, um para cada fio da extremidade da linha de disparo que se encontra na sala de interfaces. Os dois resistores foram aterrados no aterramento do Veículo;

2.21 – Adição dos Dispositivos de Proteção contra Surto (DPS), do tipo híbrido com centelhador e varistor, a fim de proteger o circuito de segurança e atuação nas condições de segurança e armado. Os resistores de carbono recomendados por (STANDLER, 1989) para o circuito:

Surge Protector

Fonte: (LOESCHER e NOREN, 1996)

não foram aprovados nos testes aos quais foram submetidos por R. V. Baron no Sandia National Laboratories e publicados em (LOESCHER e NOREN, 1996).

Bibliografia

1 – BIERBAUM, R. L. Lessons Learned from JTA Tester Safety. Sandia National Laboratories. 2001. Página da Internet. Disponível em < URL:  http://prod.sandia.gov/techlib/access-control.cgi/2001/018322.pdf > p. 9. Acessado em 2013.

2 – BILLON, H. The protection of electro-explosive devices (EEDs) and electronics from electrostatic discharge (ESD) hazards. DSTO Aeronautical and Maritime Research Laboratory. 1994. p. 17. Página da Internet. Disponível em URL: < http://www.dtic.mil/get-tr-doc/pdf?AD=ADA299464 >. Acessado em 2015.

3 – BREWER, R. Spacecraft EMC PROBLEMS, Part 2. Página da Internet. Disponível em < URL: Página da Internet. Disponível em < URL: http://www.evaluationengineering.com/articles/200705/spacecraft-emc-problems.php > May 2007. Acessado em 2013.

4 – CAMPELLO, Alexandre S. Modelagem e análise comparativa da confiabilidade em sistemas de segurança e atuação com aplicação em foguetes. 2004. 108f. Tese de mestrado – Instituto Tecnológico de Aeronáutica, São José dos Campos. Página da Internet. Disponível em < URL: http://www.bd.bibl.ita.br/tesesdigitais/000531953.pdf > p. 24. Acessado em 2013.

5 – CAPELLI, A. Protetores de Surtos de Tensão (TVSS): Funcionamento dos principais tipos e aplicações. Mecatrônica Atual. Mecatrônica Atual. Figura 19. Ano:8; N° 46; Jul / Ago – 2010. . Página da Internet. Disponível em < URL: http://www.mecatronicaatual.com.br/files/file/MA46web.pdf >. Acessado em 2013.

6 – CAPELLI, A. Descargas Atmosféricas. Saiba como proteger seus equipamentos conhecendo melhor esse fenômeno. Mecatrônica Atual: Ano 10, nº 53, 2011. p.21. Página da Internet. Disponível em < URL: http://www.mecatronicaatual.com.br/files/file/MA53web.pdf >. Acessado em 2013.

7 – COMAERRelatório da Investigação do Acidente ocorrido com o VLS-1 V03, em 22 de agosto de 2003, em Alcântara, Maranhão. Página da Internet. Disponível em < URL: http://www.defesanet.com.br/docs/VLS-1_V03_RelatorioFinal.pdf >, página 50, 2004. Acessado em 2013.

8 – JOFFE, E. B. e LOCK, K. S. Grounds for Grounding: A Circuit to System Handbook. Institute of Electrical and Electronics Engineers (IEEE). 2010. Página da Internet. Disponível em < URL: http://metro-natshar-31-71.brain.net.pk/articles/0471660086.pdf >, p. 153 e 971. Acessado em 2013.

9 – LEOPOLD, H. S. e ROSENTHAL, L. A. Investigation of techniques to reduce electrostatic discharge susceptibility of hermetically sealed EEDs. NSWC/WOL/TR 75-57, Naval SurfaceWeapons Center Tech. Rep. July 3, 1975. p. A-1, A-2, A-3 e A-4. Página da Internet. Disponível em < URL: http://www.dtic.mil/dtic/tr/fulltext/u2/a013595.pdf >. Acessado em 2013.

10 – LOESCHER, D. H. e NOREN, K. Final Report of Nuclear Weapons Tester Current Limiting Resistor Testing by R. V. Baron in Current Limiters, Appendix A. Página da Internet. Disponível em < URL:

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11 – MOSES, S. A. Development of a 15-Second Delay Squib. PROCEEDINGS of the FIFTH SYMPOSIUM ON ELECTROEXPLOSIVE DEVICES. 1967. Página da Internet. Disponível em < URL: http://www.dtic.mil/cgi-bin/GetTRDoc?Location=U2&doc=GetTRDoc.pdf&AD=AD0720454 >, páginas 1-3.9 e 1-3.10. Acessado em 2013.

12 – PATEL, M. R. Spacecraft power systems. 2005. Página da Internet. Disponível em < URL: http://www.e-reading-lib.org/bookreader.php/135136/Patel_-_Spacecraft_Power_Systems.pdf > p. 325. Acessado em 2013.

13 – PIERSON, E. G.  Experiments in the protection of EED’s from electrostatic discharge. Proceedings of the Sixth Symposium on Electroexplosive Devices. The Franklin Institute Researche Laboratories. 1969. Página da Internet. Disponível em < URL: http://www.dtic.mil/dtic/tr/fulltext/u2/720455.pdf > p. 3-6.1. Acessado em 2013.

14 – SPC TECHNOLOGY. Neon Lamp Datasheet. 2000. Página da Internet. Disponível em < URL: http://datasheet.seekic.com/PdfFile/A1A/SPC_A1A_NE-2247369.pdf >. Acessado em 2013.

15 – STANDLER, R. B. Protection of Electronic Circuits from Overvoltages. John WiIey & Sons,1989. Chapter 7: Gas Tubes. p. 117 a 132. Página da Internet. Disponível em < URL: http://books.google.com.br/books?id=5-NEmE1EhYQC&pg=PA130&dq=%22The+coaxial+spark+gap+was+patented+by+Cushman+(1960).%22&hl=pt-BR&sa=X&ei=nZEDUuDxKYba9ATcmICoBw&ved=0CDwQ6AEwAA#v=onepage&q=%22The%20coaxial%20spark%20gap%20was%20patented%20by%20Cushman%20(1960).%22&f=false >. Acessado em 2013.

16 – STANDLER, R. B. Protection of Electronic Circuits from Overvoltages. John WiIey & Sons,1989. Chapter 12, p. 171-174.

17 – TRANSWIKI. How to keep ESD out of electronics. 2012. Página da Internet. Disponível em < URL: http://wiki.xtronics.com/index.php/ESD > Item 1.13. Acessado em 2013.

18 – USAFELECTROEXPLOSIVE SUBSYSTEMS, ELECTRICALLY INITIATED, DESIGN REQUIREMENTS AND TEST METHODS. MIL-HDBK-1512. 1997. Página da Internet. Disponível em < URL: http://www.everyspec.com/MIL-HDBK/MIL-HDBK-1500-1799/MIL_HDBK_1512_1843/ >. p. 11. Acessado em 2013.

19 – WILSON, M. J. Projected Response of Typical Detonators to Electrostatic Discharge (ESD) Environments. LLNL, 2002, pg 23. Página da Internet. Disponível em  < URL: https://e-reports-ext.llnl.gov/pdf/241697.pdf  > Acessado em 2013.

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About Dallapiazza

Este trabalho de pesquisa é destinado à Força Aérea Brasileira. Tem como objetivo principal orientar os atuais e futuros engenheiros, que trabalham ou pretendem trabalhar nestas atividades de lançamento de foguetes de sondagem ou veículos lançadores de satélites, sobre o projeto correto do circuito de segurança e atuação de solo, os riscos existentes e as medidas preventivas que devem ser adotadas na proteção do mesmo, a fim de torná-lo seguro e fornecer subsídios para o lançamento seguro do VLS-1 V04, bem como ser fonte de material didático sobre este assunto. É também uma homenagem ao meu tio, Brig Eng Roberto Della Piazza (1938-2013), T72 do ITA e Ex-Diretor da Diretoria de Material da Aeronáutica, cujo sobrenome correto do pai e do avô é Dallapiazza.
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2 Responses to 2 – Melhorias sugeridas no projeto dos circuitos de Segurança e Atuação dos propulsores do primeiro estágio do VLS-1 V03.

  1. LUNARDI says:

    MUITO ME SURPREENDI COM O ALTO GRAU DE CONHECIMENTO DO AMIGO

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